“Todavia, lembro-me também do que pode dar-me esperança: Graças ao grande amor do Senhor é que não somos consumidos, pois as suas misericórdias são inesgotáveis. Renovam-se cada manhã; grande é a tua fidelidade!” Lamentações 3:21-23

As escolhas que fazemos determinam a pessoa que nos tornamos. Os dias estão cada vez mais corridos e sem percebermos nos encontramos sufocados em angústias e ansiedades. Nos nutrimos de sentimentos danosos e inúteis que não acrescentam ou precipitam nada, ao invés disso nos consomem e nos induzem a sermos muitas vezes manipulados por decisões erradas quando optamos mais pela emoção do que pela razão.

Esse texto me faz sempre refletir no poder de decisão que posso ter quando escolho receber esperança em Deus. É crer que podemos ser melhores, mais sábios e sermos confortados em nossos piores momentos de angústia. Pensarmos em um bem maior e da parte de Deus, algo que sozinhos não conseguiríamos, mas Nele alcançamos. É uma mudança de mente, mudança de rumo, quando ao invés de nos abatermos pela lutas da vida, romperemos em fé firmados em nossa rocha inabalável que é o Senhor. Ao invés de escolhermos o pecado, queremos santidade; ao invés dos nossos egoístas interesses queremos o Reino de Deus e Sua justiça.

Sabemos em quem buscarmos a diferença para as nossas vidas, temos a Bíblia que é nossa regra de prática de regra e fé; conosco está quem nos convence do pecado, que é o próprio Espirito de Deus. Sendo assim, posso ter minhas mente renovada no Senhor e continuar acreditando que Ele me ajudará a me tornar alguém melhor para mim mesmo, diante Dele e ainda mais para os que me cercam. Posso sim mudar o rumo das minhas decisões, aceitações, atitudes quando me lembro que quem Deus é e continuará sendo sempre que eu precisar.

“Sempre tenho o Senhor diante de mim. Com ele à minha direita, não serei abalado.” Salmos 16:8

flor_roma

“Assim, toda a árvore boa produz bons frutos, e toda a árvore má produz frutos maus.” Mateus 7:17

Um dos pés de romã de casa na última vez que produziu frutos fez um bom trabalho! As romãs eram grandes e estavam uma delícia. Neste ano a quantidade de flores que nasceu demonstravam que colheríamos muito mais frutos que anteriormente e a expectativa estava não só na qualidade, mas também na quantidade maior de frutos a serem colhidos. Com o passar dos dias estamos notando que a quantidade de romãs não é pouca, porém as frutas não estão no tamanho que esperávamos em relação ao ano anterior.

Esta situação me fez refletir sobre a busca de Jesus por frutos no texto de Mateus 21:18-22 e no modo aparente de comportamento que podemos estar vivendo. Por vezes podemos estar preparando a estação seguinte de forma magnífica e criando grande expectativa para quem de nós irá colher, mas pode acontecer que decepcionemos.

As flores podem ser lindas e em quantidade considerável, porém esta situação me ensina que flores servem somente para enfeitar e criar esperança. O momento das flores é para apontar para algo maior, para o produto final que são os frutos. Deles sim nos deleitamos, nos alimentamos; e quanto maiores, viçosos e saborosos forem, maior será o prazer de comê-los.

Me faz refletir sobre uma falsa religião que podemos estar vivendo e o fruto do Espírito descrito em Gálatas 5:22. Podemos estar demonstrando tamanha beleza religiosa que criaremos grandes expectativas nas pessoas que estão nos observando para enfim desfrutarem do fruto que produzimos. Porém, quando não conseguem ver em nós nada mais que flores, que beleza se frustram com a ausência em nós de amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança… O sentido de tanta aparente beleza não faz sentido.

Não tem razão sermos religiosos com belíssima aparência de conhecimento da Bíblia, oração e outras manifestações de espiritualidade se quando alguém precisa de nós os desprezamos, se quando precisamos mostrar o sentido de tantas flores falhamos. Precisamos nos cuidar para que tudo não passe somente de aparência e não sirvamos para nosso real propósito no Reino.

autor_da_vida“Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá;” João 11:25

É bem verdade que Jesus usou todas as situações para demonstrar o poder de Deus; Ele cuidou de muitas coisas: casamentos, cegueiras, lepras, avarezas, orgulhos etc. Diante do que estivesse à Sua frente, a manifestação do Seu poder guiou muitos a glorificarem ao Deus criador de todas as coisas.

E diante de nós que lutas temos enfrentado? Quais obstáculos têm se erguido imponentemente em nossa caminhada chamada vida? Às vezes parecem impossíveis de superarmos, intransponíveis! Ainda que conheçamos Jesus, o que pode ser o seu caso, chegamos a duvidar que certas coisas Ele possa fazer, nos deixando a conclusão que Ele chegou atrasado, como pensou Marta, irmã de Lázaro que estava morto fazia quatro dias (João 11.21).

Não, Jesus nunca chega atrasado! E mesmo que pareça tarde, não será assim para vermos o milagre acontecendo. Se for vida que você precisa, o autor da vida tem poder para ressuscitar os seus sonhos, seu caráter, sua família, seu chamado e tudo mais que Ele quiser. Ele é Deus, Ele pode. Se não for diante do ator da vida não existe ressurreição do que morreu. Até quando pareça não ter jeito Ele dá um jeito.

“E todo aquele que vive, e crê em mim, nunca morrerá. Crês tu isto?” João 11.26

deus-chamando“Depois disto ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Então disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim.” Isaías 6:8

Associar o chamado de Isaías a missões, pastoreado ou algum outro cargo oficial da Igreja é no mínimo nobre e também libertador no sentido de nos isentar de certas atribuições quando o aparentemente pouco e confortável que fazemos não exigirá muito de nós. Fomos chamados e escolhidos por Deus para uma grande obra que não tem fim nesta vida; chamado esse que exigirá comprometimento e esforços contínuos de sermos os mensageiros das verdades do Senhor onde estivermos. A questão é que se Isaías já tinha um chamado, se ele já era profeta, por que então Deus se mostra para ele e novamente reafirma sua convocação?

Um chamado não se limita a determinada classe de pessoas ou faixa etária. Deus falou com o menino Samuel (1 Samuel 3); também chamou o jovem Jeremias (Jeremias 1.1-12) e a bela moça Ester (Ester 4.10-17); foram convocados ainda pessoas na idade adulta como Débora (Juízes 4.5), a esposa, mãe e futura juíza de Israel e Paulo (Atos 9.1-21), no auge de sua sabedoria e realização de vida; Deus não abriu mão de usar em sua melhor idade a Abraão (Gênesis 15.5).

Somos convocados à santidade para servir ao Senhor. Deus não está procurando rótulos ou denominações, ou profetas somente. Ele quer contar com pessoas marcadas por Ele e que respondam ao Seu chamado. Desta forma todos nós estamos aptos e precisamos permanecer sensíveis às mudanças que o Senhor pode nos direcionar durante a vida. Nada é por acaso, nada é tão difícil se Ele é quem está nos capacitando; nunca será tarde para mais uma vez O ouvir clamando “Quem há de ir por nós?”.

Mãos-de-JesusVocê que tem cartão de crédito, todo mês recebe uma fatura constando todos os seus gastos que precisam ser pagos à financeira. Na fatura está o que você está devendo e se você não pagar vai gerar juros e com isso você deverá ainda mais. No final, não pagar é ter seu nome incluído no SPC e assim ficar restringindo a uma série de limitações de obtenção de bens e direito. Você ficará com o seu “nome sujo”.

Todos nós da mesma forma estávamos diante de Deus com os nossos nomes sujos pelo pecado que homem ou animal algum poderiam fazer expiação, substituição. Uma dívida de morte que nem com nossas próprias vidas poderíamos pagar. Uma dívida da qual Satanás tinha a fatura em mãos e nos acusava de não termos direito a viver com o Pai dos Céus.

Mas a Bíblia diz que Jesus pegou esta cédula que tinham de acusação contra nós, riscou dela toda constatação e fez o que ninguém mais poderia fazer: pregou ela na cruz com seu próprio corpo! Tudo foi consumado por meio Dele e Nele. Desta maneira, novamente tivemos acesso à comunhão com Deus não somente para este tempo, mas para sempre.

“E, quando vós estáveis mortos nos pecados, e na incircuncisão da vossa carne, vos vivificou juntamente com ele, perdoando-vos todas as ofensas, havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz. E, despojando os principados e potestades, os expôs publicamente e deles triunfou em si mesmo.” Colossenses 2:13-15

#ElePagouOPreço #FoiPorAmor #VocêÉAPaixãoDeCristo #EstáConsumado

presente-natal-wallpaper“Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu…” Isaías 9:6

Bom é falar do Natal, fazer parte dele e observar o que ele pode fazer. O sentimento que toma conta das pessoas é contagiante e no mínimo sublime, no que diz respeito às mudanças de atitudes e comportamentos que mesmo momentaneamente ocorrem. Porém, sempre importante é lembrar que quando este sentimento não brota da sua verdadeira raiz tudo se torna vazio e no mínimo vergonhoso; passageiro.

Se Natal simboliza amor, somente o verdadeiro amor pode sustentá-lo; e vou além quando digo que precisa ser um amor perfeito, que não pode nascer de homem algum porque somos imperfeitos e nossos sentimentos também. Natal tem sentido real quando contemplamos Deus dando à humanidade seu maior tesouro em nosso favor. O verdadeiro sentido do Natal é Jesus nascendo, o filho de Deus se fazendo pouco em favor de muitos.

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” João 3:16

Não há maior presente, não existe atitude mais completa e verdadeira! Sem reservas Deus entregou o Seu melhor, quem tinha de mais precioso para vir a Terra e ser a luz do mundo para todas as nações. Hoje é dia de agradecer a Deus por tudo que Ele fez e continua fazendo por meio desta entrega. É dia de olharmos para trás, lembrarmos daquela manjedoura, e entendermos que o porvir será pleno porque ali esteve o nosso maior presente: Jesus.

jesus-road-sign“Respondeu-lhe, pois, Simão Pedro: Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna. E nós temos crido e conhecido que tu és o Cristo, o Filho do Deus vivente.” João 6:68-69

O que pensar desta declaração de Pedro? Jesus havia dado abertura aos seus discípulos para tomarem um posicionamento e escolherem o que bem lhes parecesse bem. Diante das circunstâncias de entrega total que lhes exigiriam romper com tudo mais a fim de pela fé viverem por uma causa, vemos o Mestre dando uma “última chance” para eles desistirem de tudo aquilo que aos olhos naturais parecia loucura.

Quantas vezes temos oportunidade de deixarmos de acreditar no evangelho de Cristo? Isso acontece todo dia, todo hora, o tempo todo! Por muitas vezes o desgaste na caminhada na fé nos faz refletir e ponderar se valerá mesmo à pena. Pensamos tanto em nós, tanto no que poderemos perder e nos esquecemos que levantar a cabeça nos dá chance de termos nossa visão ampliada. E mais do que isso, nos esquecemos que já vivemos tantas experiências boas com Deus.

Foi isso que Pedro fez. Ele vislumbrou o futuro com toda sua maravilha porque o seu passado ao lado de Jesus lhe ensinou a crer Naquele homem a quem seguia. Tantos milagres, pregações, compartilhamento de sentimentos; o olhar Dele devia ser algo sobrenatural! Como deixar Jesus? Como perder esta que poderia e foi sua maior oportunidade de viver intensamente a vida?

Da mesma forma devemos buscar conhecer mais de Deus através da oração, da leitura da Sua Palavra e sensivelmente observando as pequenas e grandes experiências que vivemos juntos Dele. Chega uma hora que já estamos tão agarrados, tão dependentes que não pensaremos em querer deixá-Lo. Ouvir Sua voz com palavras de vida eterna farão tanta falta serem ecoadas para dentro de nós que sempre valera à pena cada minuto ao Seu lado.

“Assim diz o Senhor: Não se glorie o sábio na sua sabedoria, nem se glorie o forte na sua força; não se glorie o rico nas suas riquezas, Mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em me entender e me conhecer, que eu sou o Senhor, que faço beneficência, juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o Senhor.” Jeremias 9:23-24

divida“Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores.” Romanos 5:8

Pense que você tenha uma dívida tão alta que de maneira alguma você teria como pagar. Sem atalhos, sem recursos, sem pessoas a quem recorrer, sem ajuda nenhuma para se ver livre de ter que pagar pelo que adquiriu. Assim éramos nós em outro tempo sem Cristo, porque diante da nossa natureza de pecado não havia como nos tornarmos justificados diante de Deus. Havia como que um impresso constando nossa impagável dívida e por Sua própria providência quis Deus através da morte de Seu filho, o Cristo, abonar de vez nossa dívida com ele. Por meio de Jesus foi paga a dívida não somente de um mas de todos aqueles que crêem nesta verdade.

“Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz.” Colossenses 2:14

E quando enfim chegar o Grande Dia de estarmos diante do trono de Deus para sermos julgados por causa desta dívida pré-adquirida do pecado, não precisaremos colocarmos nossas mãos nos bolsos ou clamar pela ajuda de alguma outra pessoa. O Grande Juiz olhará para nós e do nosso lado verá um advogado fiel e perfeito, alguém por quem reconhecemos que tudo fez por nós. Sendo assim a sentença será disparada com um sorriso de canto nos lábios:

“Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus.” Romanos 8:1

Precisamos estar firmados nesta verdade e cada dia mais claramente sermos direcionados a crer que o amor de Deus por nós é real e foi demonstrado por meio de Jesus de forma incontestável. Para tudo recebermos de Deus, para sermos livres de qualquer dívida, é necessário reconhecermos Jesus como nosso salvador e redentor das nossas vidas.

vaso_quebrado“Como o vaso, que ele fazia de barro, quebrou-se na mão do oleiro, tornou a fazer dele outro vaso, conforme o que pareceu bem aos olhos do oleiro fazer.” Jeremias 18:4

Me fascina pensar na obra que Deus tem para fazer em nossas vidas e isso inclui não somente planos e projetos a longos prazos, mas principalmente no nosso cotidiano. Todas as manhãs temos a oportunidade de outra vez e outra vez estarmos diante do Senhor, quando Suas misericórdias são renovadas sobre nós (Lamentações 3:22), e sermos moldados pelas habilidosas mãos de nosso Arquiteto.

No texto acima o vaso “quebrou-se na mão do oleiro” antes que a obra de refazimento começasse. Qualquer que seja, para obtermos uma boa obra final, muito melhor é ‘começarmos do começo’, afinal nem sempre retoques resultam em bons resultados. Muitas das vezes o trabalho de conserto leva muito mais tempo do que retornarmos à estaca zero e fazermos algo desde suas matérias-primas. Assim o Senhor comparou Israel a um vaso, quando consertos e reparos externos não alcançariam o objetivo do Oleiro de ver algo que lhe parecesse bem aos olhos.

A melhor forma de estarmos nas mãos do Oleiro de fato é quebrados, desfeitos das nossas vontades, ansiedades, temores e culpas para que Ele possa nos refazer da forma como quiser. Não importa a finalidade de um vaso, seu tamanho, cor quando ele é feito pela mãos e talentos adequados; pode ser o mais simples ou o mais destacado dos vasos, o oleiro pôs suas mãos para fazer com um propósito específico e pode ir aperfeiçoando mais e mais à medida que nos quebramos expondo nossas rachaduras, pedrinhas, tintas envelhecidas e tudo mais que interna ou externamente comprometa a melhor forma e utilidade.

É necessário que todos os dias estejamos diante de Deus, nosso oleiro, quebrados e com um coração sincero, dispostos a permitir que Ele faça em nossas vidas o obra que lhe aprazer, a fim de que sejamos cada vez mais à sua imagem e semelhança em santidade e amor.

chuva“E vós, filhos de Sião, regozijai-vos e alegrai-vos no Senhor vosso Deus, porque ele vos dará em justa medida a chuva temporã; fará descer a chuva no primeiro mês, a temporã e a serôdia.” Joel 2:23

As chuvas temporã e serôdia, são usadas na Bíblia como um termo simbólico do derramamento do Espírito Santo. Esses termos estão relacionados com a estação das chuvas anuais da Palestina. A chuva Temporã caía durante o outono no tempo de semear a terra garantindo assim, a colheita do inverno. Sem essa chuva a semente não germinava, por isso, essa chuva era necessária para fazer brotar a semente. A chuva serôdia caia durante as primeiras semanas da primavera antes da colheita, ela era necessária para fazer com que a plantação amadurecesse para a colheita. Simbolicamente, a chuva Temporã significa o derramamento do Espírito Santo que aconteceu no início da igreja primitiva (Atos, capítulo 2). Essa manifestação do Espírito Santo, veio para germinar a semente do evangelho que estava sendo semeada. A chuva Serôdia representa o derramamento do Espírito Santo que se manifestará nos últimos dias da história deste mundo e irá preparar a terra para a colheita que Cristo realizará na sua 2ª vinda.
Cremos que a chuva serôdia é um acontecimento futuro. No entanto é possível que individualmente recebamos “respingos” dessa chuva. A chuva temporã capacitou os apóstolos para realizar sua obra prodigiosa. A chuva serôdia será um dos maiores acontecimentos da história da igreja. Tem dois propósitos principais: a) Fortalecer o povo de Deus para enfrentar o tempo de angústia e estar em pé durante as 7 pragas. b) Capacitar a igreja para dar o último alerta a este mundo caído (terminar a obra da pregação).
A promessa da chuva serôdia (dom do Espírito Santo) foi dada aos cristãos sob condições especiais. Precisamos sentir nossa pecaminosidade, submeter-nos completamente a Deus e buscar com fé e oração o poder do Espírito Santo. A chuva temporã precisa ser experimentada hoje para que estejamos em condições de receber a chuva serôdia. Esse experimentar hoje é alcançado pela confissão e abandono de todo o pecado. É necessário estar disposto a ser usado e guiado pelo Espírito; eliminar todas as discussões e despojar-se completamente do Eu. A grande questão agora é esta: que estamos nós fazendo, ou permitindo que Deus faça, para que venha sobre nós a chuva serôdia e logo Cristo volte à terra para nos buscar para o reino celestial?

Extraído – http://www.novotempo.org.br/radio/int_vocepergunta_perguntasok.asp?VCP_Codigo=00000886

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